O medo
faz ilusões se camuflarem de sonhos, nos cega de tal forma que somos capazes de
acusar o próximo dos cortes e agressões que fazemos em Nós mesmos.
O medo
faz criarmos monstros, máscaras, situações que não existem, mas forçamos com
unhas e dentes para que outras pessoas as vistam para podermos justificar
nossos atos, para que possamos mostrar para os outros os culpados de “nossa
infelicidade”!
O medo
se faz em forma maliciosa de uma canção que vai envolvendo aos poucos até tomar
por completo o nosso coração, mente e corpo.
O medo
faz o fantasioso ser mais atrativo que a verdade. Ele nos faz desejar o irreal
no mundo real.
O medo
não nos afasta do precipício ou do mar revolto, mas nos joga dentro deles
dizendo que estamos numa região confortável e no final ficamos em frangalhos.
Realmente
a vida não é e nunca foi cintilante! Ela é cinza e fria, mas aos poucos se
torna muito brilhante, viva e colorida quando passamos a não nos esconder ou
fugir da realidade.
O medo é demasiadamente acolhedor, muito confortável e se algo der errado poderemos de forma enganosa acusar o próximo ou a realidade dizendo que o “nosso sonho não era assim”. E a culpa? Ah, a culpa sempre é dos outros!
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