terça-feira, 30 de maio de 2017

Diga NÃO ao bullying!

Como Pai tenho medo, muito medo do meu Filho sofrer bullying ou algo mais sério como discriminação de qualquer tipo, por exemplo por ser alto demais para a idade ou gordinho ou por não ter a mesma “maldade” de outras crianças.

Na minha época de escola, bullying se resolvia na porrada no pátio ou fora da escola. Mas nem todos os casos eram assim! Mesmo você sendo o atacado poderia ser o vilão e não a vítima.

Eu sofri bullying por ser alto demais para a idade, por ser gordinho, por ser legal com todos – Pois, infelizmente, há gente ruim desde o berço, por curtir livros de fantasia e ficção, gibis, desenhos, action figures e, parece ridículo, mas não é, por ter uma Família de Alemães e descendentes de Alemães.

Afinal, na escola, quando se falava da 2ª Grande Guerra, Campos de Concentração, Nazismo, do “Austríaco Maluco do Bigodinho”, que C! de M! fosse, sempre havia no meio do comentário uma referência, não lembro que tipo, da  minha Família ou sobre mim, principalmente pelo meu porte físico.

Existem filmes que abrem espaço para pensarmos e refletirmos o amor que temos por nossos filhos e como podemos educa-los para enfrentar esses medos e aprender com eles. É uma lição para Pais, novos Pais e futuros Pais. Não é coloca-los em uma redoma, mas sim ensinarmos a lidar com essas situações.

Uma boa relação de filmes sobre o tema:

  • A Classe;
  • Bang, Bang! Você Morreu;
  • Ben X – A Fase Final;
  • Bully;
  • Bullying – Provocações Sem Limites;
  • Carrie, A Estranha;
  • Cuidado com o Meu Guarda-Costas;
  • Deixe Ela Entrar;
  • Depois de Lucia;
  • Elefante;
  • Em um Mundo Melhor;
  • Evil, Raízes do Mal;
  • Extraordinário;
  • Kes;
  • Meu Melhor Inimigo;
  • Meu Nome é Drillbit Taylor;
  • O Deus da Carnificina;
  • Quase Um Segredo;
  • Te Pego lá Fora;
  • That's What I Am.


Alguns desses filmes são bobinhos, já outros são extremamente sérios. O foco é observar as situações em que o bullying ocorre e como podemos atuar para evitá-lo.

É inegável que hoje em dia queremos muito acabar com o “mimimi” ou com “A Geração Nutela” na base da força, mas isso não irá resolver nada. Eu mesmo tenho muito que aprender isso e mudar a mim mesmo pelo bem do meu Filho.

Eu mesmo quando criança dava uma pancadas para "resolver" e com isso virava de vítima para vilão. Afinal, por ser grande, gordo e forte não podia, na visão dos outros, bater e sim tinha que aturar e ficar calado. Péssimo isso! Coisa de cabeça pequena e tacanha!

Hoje em dia as experiências e vivências passadas servem de lição. As vezes o "lobo interior" quer sair para "resolver", mas não vale a pena! Resolver na força, seja na escola ou fora dela, só piora! 


Precisamos de mais respeito pelos outros e menos a falsa confiança que podemos e devemos tudo. Precisamos andar para frente e não retroceder cada vez mais e mais nesse tema.

Bullying não é uma "fase"! É um problema que tem uma causa e um efeito perigoso. Por isso precisa de atenção, cuidado e tratamento para Pais e Filhos.

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