segunda-feira, 26 de junho de 2017

Os que os outros pensam sobre você não importa!

Se Eu desse ouvidos ou razão aos outros “pensam” de mim, com certeza Eu seria uma marionete na mão dos outros.

Cada corda que estaria me sustentando e me movendo, como uma marionete, seria uma “ideia”, com o perdão da palavra, imbecil que aceitei e segui sem pensar ou questionar... Estaria sendo justamente aquilo que os outros querem que Eu seja!

Às vezes é muito fácil se levar com isso e acabar se embolando com essas cordas. Chega num ponto que se você não tiver vontade própria acaba ficando confortável na situação e deixa de ser VOCÊ e se torna tudo aquilo que os outros desejam, impõem, querem e realizam que você “seja”.

Sendo cruel nas palavras: Você se torna para sempre uma massa sem forma, sem vontade, sem vida, sem caráter... Um NADA que fica aguardando os outros te darem forma e animarem para fazer alguma coisa ou qualquer coisa que ELES queiram!

Há uma diferença muito grande em GUIAR uma pessoa com AMOR e tentar pôr tudo vestir os outros com uma carapuça que falsos, fingidos e medrosos usam!

sexta-feira, 2 de junho de 2017

MEDO

O medo faz ilusões se camuflarem de sonhos, nos cega de tal forma que somos capazes de acusar o próximo dos cortes e agressões que fazemos em Nós mesmos.

O medo faz criarmos monstros, máscaras, situações que não existem, mas forçamos com unhas e dentes para que outras pessoas as vistam para podermos justificar nossos atos, para que possamos mostrar para os outros os culpados de “nossa infelicidade”!

O medo se faz em forma maliciosa de uma canção que vai envolvendo aos poucos até tomar por completo o nosso coração, mente e corpo.

O medo faz o fantasioso ser mais atrativo que a verdade. Ele nos faz desejar o irreal no mundo real.

O medo não nos afasta do precipício ou do mar revolto, mas nos joga dentro deles dizendo que estamos numa região confortável e no final ficamos em frangalhos.


Realmente a vida não é e nunca foi cintilante! Ela é cinza e fria, mas aos poucos se torna muito brilhante, viva e colorida quando passamos a não nos esconder ou fugir da realidade.

O medo é demasiadamente acolhedor, muito confortável e se algo der errado poderemos de forma enganosa acusar o próximo ou a realidade dizendo que o “nosso sonho não era assim”. E a culpa? Ah, a culpa sempre é dos outros!

Os que os outros pensam sobre você não importa!

Se Eu desse ouvidos ou razão aos outros “ pensam ” de mim, com certeza Eu seria uma marionete na mão dos outros. Cada corda que estaria...